Eu e Amanda voltávamos de uma festa, onde dançamos a noite toda. Quatro e meia da manhã, eu estava morta de cansaço, tudo que queria era chegar em casa, tirar o salto, tomar um banho e ir para a cama.
Chegamos no prédio, chamamos o elevador, onde já fui tirando as sandálias, sonhando com o chuveiro. Até que o elevador parou...
- Amor, acho que acabou a luz - disse Amanda.
- Ai, você sabe que eu morro de medo de elevador, eu não quero ficar aqui...
- Calma, daqui a pouco a luz volta e nós vamos para casa. Enquanto isso, vamos fazer assim, eu vou sentar e você deita no meu colo, prá esquecer seu medo.
Me deitei em seu colo, ela colocou sua mão em meu peito, sentindo como meu coração batia forte. Ela começou a me fazer carinho, tentando me acalmar. Foi quando senti sua mão escorregando para dentro de minha blusa, e vi seu olhar brilhando ao perceber que eu estava inteira arrepiada com seu toque.
Me levantei do seu colo, sentando ao seu lado, e logo começamos a nos beijar, de forma tão intensa que até esqueci que estávamos presas no elevador. Minha mão apertava sua nuca, enquanto ela me pegava pela cintura, me trazendo para cima dela. Tirei sua blusa, louca de vontade de sentir sua pele, seu corpo, seus seios... Ah, aqueles seios me enlouquecem, com os bicos arrepiados, durinhos, implorando por minhas mãos, por minha boca...
Deitamos no chão, eu por cima dela, e comecei a beijar seu pescoço, seu colo, enquanto ela se livrava de nossas roupas, de uma forma quase bruta. Senti seu corpo todo tremer quando alcancei seus seios, e enquanto chupava e mordiscava um, a fazia sentir minhas mãos no outro. Ela já estava quase gozando quando se virou, colocando seu corpo em cima do meu e segurando meus braços para cima. Me beijava com uma intensidade absurda, como se quisesse me mostrar todo seu tesão de uma só vez. Foi descendo a boca, mordendo, chupando, sugando, enquanto sua mão escorregava para o meio das minhas pernas...
- Nossa, você está completamente molhada...
- Eu estou morrendo de tesão por você, louca de vontade de sentir sua mão, seus dedos, sua boca... Me faz tua, eu quero gozar prá você... - respondi já com a voz rouca de tanto desejo.
Aquilo foi o que bastou para que ela perdesse totalmente o controle. Sua mão me invadiu, enquanto ela sugava meus seios, como se quisesse me comer inteira. Eu sussurrava, gemia, implorava para sentir sua boca. Quando senti seus lábios em minha virilha, foi como uma explosão, num gozo tão intenso que gemia, gritava, pedindo para que ela não parasse...
Querendo fazê-la sentir tudo que eu estava sentindo, fui descendo minha mão por seu corpo, até chegar em sua virilha... Senti seu corpo tremendo, enquanto eu mexia os dedos, até conseguir ouvir seus gemidos, fortes, intensos, e sentir seu gozo escorrendo por minha mão...
Foi quando as luzes se acenderam, e rapidamente colocamos nossas roupas, só para quando chegássemos em casa recomeçarmos tudo outra vez...
Por: Fraquinha
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